Aquela frase clichê que "o silêncio vale mais do que mil palavras" nunca me fez tanto sentido.
Nós sabíamos que tudo tinha acabado. Mas não o tínhamos feito de forma oficial. Você optou pela forma mais covarde de se anunciar um fim: usando a boca de outra pessoa. Eu decidi fazê-lo da forma mais honesta possível, colocando a minha cara à tapa pra você bater. Qual não foi minha surpresa que ao nos vermos, não nos enxergaríamos. Eu não vi o verde dos teus olhos nem um minuto das últimas horas que passamos juntos. Ou pelo menos, ocupando o mesmo espaço físico, porque juntos não estávamos há muito tempo. O que mais me incomoda é o fato de que você contratou um advogado para resolver uma pendência sua. Usou de um procurador. Não teve coragem de dar voz aos seus sentimentos. Sentimentos? Desculpa, esqueci que você
é frio e desconhece o que são sentimentos.
Já que você enviou um advogado, tratei disso com ele, disse tudo que eu pensava. Sabendo da fragilidade da nossa relação, de sua validade de pão de forma, sempre deixei muito claro
que caso você desejasse colocar o ponto final na nossa louca história, ficasse à vontade. Não sei se seu interlocutor te passou as informações. Nada que você já não tenha ouvido. Eu sempre fui muito honesta com você. Ainda tento entender o porquê você colocou uma terceira pessoa para mediar nosso fim. Eu que sempre contei com sua sinceridade, pois
aparentemente, jogávamos limpo. Tristeza perceber que a única que praticou fair play fui eu.
Ainda assim, fui atrás de você para dar a oportunidade de que você dissesse tudo o que pensava na na minha face. Pude ouvir sua alma gritando através do seu silêncio. Ouvi muitas ofensas. Você maldisse toda minha geração. Desculpa, eu sou de Deus e toda minha geração já está consagrada. E sabe por que você maldisse minha geração? Porque você não honra nem a sua. Você não cuida nem dos seus, como cuidaria de mim?
Você ordenou ao diabo que me carregasse. Olha que irônico: Quantas vezes você me carregou para tantos lugares. Poderia ter me carregado ao inferno também, mas o Deus que eu creio
não permitiu. Mas você fez isso por inveja. Inveja por eu ter uma mãe. Inveja da minha estabilidade. Onde já se viu, a mulher com carro 0 e você capengando para pagar um usado caindo aos pedaços? E a sua inveja não se limita ao material, pois capacidade para conseguir você tem (apesar de não saber usar). Inveja por eu ser tão segura de mim mesmo dentro das minhas
inseguranças. Medo de que você olhasse para as minhas amigas? Tinha mesmo, você não tem caráter. Poderia sim, cantar uma amiga minha num segundo de ausência. Mas isso não era
insegurança minha, era falta de confiança em você.
Nas nossas horas íntimas, eu esquecia de todos os defeitos que meu corpo apresenta e que você ressaltou por aí. Coisa feia, divulgar os segredos de alcova para os outros. Pena que você
só divulgou as coisas ruins não é? Por que não divulgou as vezes que você chorou nos meus braços a sua eterna mágoa de não ter sua progenitora presente? Por que não divulgou as vezes
que você me acordou na madrugada com torpedos de peso na consciência por não ser uma pessoa boa? Não divulga todas as vezes que eu te salvei? Não faz parte do manual do bom
macho divulgar os benefícios que uma mulher causa em sua vida. O que faz parte do manual do machão é denegrir, humilhar...
A minha independência de você sempre te incomodou. Nunca precisei de nada seu. A única coisa que eu queria era a sua presença. Ela me bastava, me era suficiente. Mas creio que ter
uma mulher que exija apenas a sua presença é tedioso para um macho. Mulher tem que disputar o macho com as outras. Ele tem que se sentir o galo do terreiro, e as galinhas que disputem
a cópula à bicadas. Eu te dei a escolha. Engraçado que mesmo com o livre arbítrio de permanecer ou não ao meu lado, você não soube usar desse benefício.
Enfim, depois de um debate mudo com mediador, entendi o recado do seu silêncio. Não sei se você também compreendeu o meu silêncio. Caso não tenha compreendido (é loiro), aí vai a
explicação:
Eu só estava com você pelos momentos a dois que você me proporcionava.
Você não é a pessoa que eu gostaria de apresentar pra minha mãe.
Tudo que fiz por você não foi porque você me enganou. Fi-lo porque qui-lo.
Você não serve pra ser pai da Ana. A Ana merece um pai, não um doador de esperma.
Você não serve pra andar no meu carro.
Você tem o membro pequeno. (tá, eu sei que é golpe baixo usar esse argumento. Costumo apelar quando necessário).
E aproveitando o dia das mães, peço desculpas a sua. Ela me pediu ajuda para te ajudar a mudar. Não consegui, pois ninguém muda sem ter a vontade de. Te desejo boa sorte. Você vai
precisar.
domingo, 8 de maio de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
Você sempre diz que eu não te conheço. Tens razão. Já dizia meu finado pai: Coração dos outros é terra que ninguém anda. E o seu coração é uma terra toda cercada de arame farpado, cerca elétrica, câmeras de segurança e alguns pitbuls na entrada. Ainda tem aquela caveirinha de perigo no portão. Mesmo assim, eu não dei um pingo de atenção a todo esse aviso de segurança: Cortei o arame farpado, desliguei a cerca elétrica , as câmeras de segurança e dei picanha aos pitbuls. E entrei. Não em todas as partes. Confesso que algumas dão tanto medo que nem seria necessário vigilância... Na primeira parte, encontrei muita bagunça. Muitas latas de cerveja, traços de vulgaridade. Mulheres fáceis. Um pano de chão daquilo que vc chama de time. Fui eu quem te dei, inclusive. Um pandeiro, um DVD do Exalta. Pirata. Essa parte superficial, todos conhecem. Essa é a que você demonstra para o mundo. Essa questão que você faz de ostentar que você não presta. Que você só encontra felicidade no supérfluo. No efêmero. Momentâneo. Ri de tudo isso. Dou risada da sua bebedeira, da sua promiscuidade, do seu corintianismo e do seu pagode. Sua casca, sua embalagem. Ainda bem que não sou alguém de se impressionar por embalagens. (Claro que quando vou comprar ervilhas, coisa que adoro, prefiro as embalagens tetra-pack do que as em lata, por serem mais fáceis de abrir. Você sabe que sou desastrada, podem acontecer danos irreversíveis caso eu tente usar um abridor de latas). Sim, você não é o montro que eu sempre digo que você é. Depois de chutar algumas latinhas, encontro uma porta trancada por fora com trincos. Creio que você se preocupou tanto com a segurança externa, que com as áreas que você realmente precisava se reforçar, olha só: Apenas um trinco. Abri a porta e ouvi um barulho. Parecia uma platéia. Uma platéia de circo. E vi uma menininha que não tinha teus olhos esmeraldos, mas tinha sua cara de cachorro caído da mudança. Ela olhava pro picadeiro com os mesmos olhos que você faz quando eu digo: Cuidado, aquilo que você faz com a filha dos outros um dia vão fazer com a sua. Era a sua para sempre inocente Mi. Quando ela fizer 18, vou arrastá-la pela noite paulistana e você verá o que é bom para tosse. Seu xarope. Continuando. Andando mais um pouco, ouvi aquelas musiquinhas de ninar. Uma porta encostada. Vi um bebê branquinho e bochechudo, de olhos cor de mel. Ahá, a praga que te joguei deu certo: Não naceste de olhos esmeraldos. Bebê de um ano de idade. A melhor fase. Não fala, só aqueles ruídos estranhos, engatinha, anda e tropeça. Ria muito. Nem parece que tem seu sangue. Coisinha simpática e sorridente. Não lembra nenhum pouco seu mal humor. Tava vestido num mini-pano de chão. Peguei o bebê no colo. Como conhecedora de crianças nessa faixa-etária, falei: Meu fio, tão novinho e já enveredando por caminhos errados? Ainda tens tempo. Conheces um time que já foi 6 vezes campeão nacional, 3 vezes campeão do continente e três vezes campeão do mundo? Conheces o maior goleiro-artilheiro do mundo? Pense grande. Seja ambicioso! Não fique nesse mimimi de ser sofredor. Desde quando sofrer virou opção? Os únicos sofredores por opção que eu conheço são esses que torcem por um clube que não faz o principal: Ganhar. Perder faz parte da vida, mas escolher perder é ausência de neurônios. Você ainda é um bebê. Ainda tem jeito. Quando você for maiorzinho, te mostro um famoso centésimo gol e você vai me entender. O meu interlocutor fez cara de quem entendeu tudo. Eu pediria DNA. Tem algo estranho nesse garoto. Ele me parece ser esperto. Continuei. Afinal, pelo sacrifício que fiz para adentrar esse coração que ninguém anda, preciso entrar em todos os lugares que me forem permitidos. Ouvi um barulho muito forte. Barulho de máquinas trabalhando. Porra, precisa de protetor auricular até para se entrar em coração? Vi muitas máquinas, muitas ferramentas e um pedaço de dedo. Sim, a piadinha infame que só falta você se tornar presidente. Claro, imagina o meu status: Eu já peguei o presidente. A primeira-dama (seja ela quem for) ficaria horrorizada. Caso fosse eu mesma, só daria risadas. Coisas que só eu entendo de você... Apesar de não saber quem você é. Depois de sair da sessão barulhenta, vi aqueles adesivinhos de família em uma janela: 3 meninos e duas meninas. Você era o maior e cuidava de todos os outros. Engraçado ver esses adesivos de família sem o pai e sem a mãe. Abri a janela. Não dizem que se num lugar não tem portas, pode-se entrar pelas janelas? Entrei pela janela num quarto lindo. Cama redonda. Espelos no teto. Pétalas de rosas espalhadas. Hum, acho que foi a única parte dessa andança que me parecia familiar. Não havia sinal de promiscuidade, e sim de entrega. Um perfume, um par de brincos de argola com ganchinhos roxo. Uma calcinha aos avessos e um sutiã no chão. Sutiã costas nadador, aquele que vocedemora um século para abrir... (isso quando não perde a paciência e arranca assim mesmo). Chaves de moto e dois capacetes sobre a mesa. Uma hidromassagem cheia com a água quente. Um rádio ligado naquela estação da cidade do meu amigo Daniel que só toca pagodes. Era de manhã, e só tocava aqueles pagodes antigos, anos 90. Tinham duas pessoas na hidromassagem. Foi a primeira vez que me vi fora de mim. Olha só quem eu encontrei no seu coração: Eu mesma. Grata surpresa. Você só falava e eu só ouvia. Isso é atípico. Um termômetro de que você não está bem, apesar da performance maravilhosa de sempre. Até que uma canção adentrou o ambiente de pós-coito... ♪♫Descobri que te amo demais...Descobri em você minha paz... Descobri sem querer a vida... Verdade...♪♫ Você me abraçou. Forte. Quer dizer, eu que estava na hidro. Eu de fora, via tudo e entendi tudo. Eu de fora vi uma senhora. Eu de dentro te abraçava forte. Ficamos a música inteira assim. Eu de fora reconheci quem era aquela senhora. Olha de onde vinham os olhos esmeraldos... Tristes, como os seus. Ela olhou para mim e pediu para eu cuidasse de você. Perguntei: Como?. Você conhece bem o filho difícíl que... E ela sumiu. Eu devia ter respeitado as placas, as cercas, os pitbuls... Mas o desafio é algo que me move. Olha só onde fui me envolver. Agora era tarde. Eu tinha chegado no lugar jamais dantes adentrado: o centro do seu coração. Como que eu faria para sair de lá? Eu continuava com você na outra cena. Dispensa detalhes. Olhei e ri. Vendo do lado de fora, é engraçado. Mas preciso sair. Pulei a janela e deixei nós dois naquele quarto, oras, nisso a gente faz uma parceria incrível, temos que admitir. Alguma afinidade tínhamos que ter. Passei novamente por aqueles lugares até chegar na entrada, lembra? As latas vazias de cerveja no chão tinham diminuído. Já era um começo. Agora eu preciso encontrar você. Quero que você me diga de novo: Você não me conhece, você não sabe quem eu sou. E lhe entregarei essa história em mãos. Tire suas próprias conclusões.
domingo, 20 de março de 2011
Essa semana estou com aquelas dúvidas do gênero: Eu caso ou compro uma bicicleta? Estive divagando sobre morar sozinha ou fazer pós-graduação, se estudo Pedagogia ou algo na minha área relacionado às questões da Língua Portuguesa, até que outra questão veio bater à minha porta: ex-namorado.
Ex-namorado parece morto que não morreu. Fantasma. Morreu, mas a alma penada fica de alguma forma te assombrando. Acredito que uma das dúividas cruéis que assombram as pessoas é: manter ou não manter amizade com ex-namorado? Para mim, depende de qual foi o motivo do término do namoro: Se o namoro terminou por incompatibilidade de gênios, a convivência social pode ser possível, mas caso o otivo tenha sido uma atitude reprovável em relacionamento monogâmico, provavelmente, o simples fato de ter o ex-afeto adicionado às suas redes de relacionamento virtual pode trazer problemas.
Você sabe que aquela pessoa que você imaginou que fosse dividir a cama, as contas e ver os cabelos embranquecerem não te interessa mais. O que resta ainda é um respeito pela história vivida, alguns assuntos em comum como gosto musical ou time de futebol talvez ainda os unam. E para manter a cordialidade, você pode mandar recados sobre esses assuntos, desde que, o atual relacionamento do(a) seu(sua) ex não tenha ciúme de você, o que é improvavél. Não acredite em não-ciúme de atual namorada (o) de ex.
Então, em suma, eu, na tentativa de manter a cordialidade com meu ex com assuntos triviais, fui vítima do ataque de ciúmes da atual namorada dele. As mulheres que vão me ler, no mínimo vão dizer que ela tem razão, que eu eu não tenho que manter assuntos com ele, que se fosse ao contrário, eu faria o mesmo. Oras, eu não fiz isso nem quando a amante dele enquanto namorávamos entupia os scraps dele todos os dias...
Então, como dizer à ela que ela está equivocada? Que eu não estou me oferecendo? Que o assunto do scrap da discórdia falava apenas do nosso único vínculo que é o clube de futebol? Como dizer que se eu ainda tivesse algum interesse, siplesmente, não teria rompido o relacionamento? Engraçado, ele me traiu, mas eu que terminei. Talvez conhecendo o histórico dele, ela tenha ligado o amarelo. Afinal, foi atráves de scraps descarados que descobri a traição. Mas que tirasse satisfação com ele, não comigo, como eu fiz.
Posso dizer quantas vezes ele me procurou para que voltássemos a conversar? E eu "soltei os cachorros" por não admitir o que ele fez comigo? Amizade é necessário confiança. E quando finalmente eu decidi deixar a mágoa de lado e reatar comunicação civilizada, eu ouço o seguinte desaforo: sou chamada de oferecida na minha página particular, que é um espaço de comunicação com meus amigos e pessoas com quem tenho algum tipo de vínculo, como colegas de trabalho ou alunos. Tentei ser coridal e fui mal interpretada. Certo: esse trantorno não irá mais acontecer, pois assim como eu já o havia deletado da minha vida, deletei-o dos meus contatos virtuais. Ainda declaro que não tenho nada contra meu ex-namorado, quero que ele seja feliz, pois apesar dos erros, é uma pessoa boa.
Eu tenho contato com outro ex-namorado. Um contato muito mais interessante, posso afirmar. Há quem diga que nós nunca o deixamos de ser, pois vivemos como ainda fóssemos. Antes que você me pergunte por que não somos, eu já te respondo: Não seria tão bom como é se estivéssemos com as algemas prateadas no dedo direito...
PS: Nada contra quem usa alianças. Já usei algumas, e fiquei um tanto traumatizada? Aliança agora? Só a dourada no dedo esquerdo, e não estou interessada nesta hipótese por hora...
Ex-namorado parece morto que não morreu. Fantasma. Morreu, mas a alma penada fica de alguma forma te assombrando. Acredito que uma das dúividas cruéis que assombram as pessoas é: manter ou não manter amizade com ex-namorado? Para mim, depende de qual foi o motivo do término do namoro: Se o namoro terminou por incompatibilidade de gênios, a convivência social pode ser possível, mas caso o otivo tenha sido uma atitude reprovável em relacionamento monogâmico, provavelmente, o simples fato de ter o ex-afeto adicionado às suas redes de relacionamento virtual pode trazer problemas.
Você sabe que aquela pessoa que você imaginou que fosse dividir a cama, as contas e ver os cabelos embranquecerem não te interessa mais. O que resta ainda é um respeito pela história vivida, alguns assuntos em comum como gosto musical ou time de futebol talvez ainda os unam. E para manter a cordialidade, você pode mandar recados sobre esses assuntos, desde que, o atual relacionamento do(a) seu(sua) ex não tenha ciúme de você, o que é improvavél. Não acredite em não-ciúme de atual namorada (o) de ex.
Então, em suma, eu, na tentativa de manter a cordialidade com meu ex com assuntos triviais, fui vítima do ataque de ciúmes da atual namorada dele. As mulheres que vão me ler, no mínimo vão dizer que ela tem razão, que eu eu não tenho que manter assuntos com ele, que se fosse ao contrário, eu faria o mesmo. Oras, eu não fiz isso nem quando a amante dele enquanto namorávamos entupia os scraps dele todos os dias...
Então, como dizer à ela que ela está equivocada? Que eu não estou me oferecendo? Que o assunto do scrap da discórdia falava apenas do nosso único vínculo que é o clube de futebol? Como dizer que se eu ainda tivesse algum interesse, siplesmente, não teria rompido o relacionamento? Engraçado, ele me traiu, mas eu que terminei. Talvez conhecendo o histórico dele, ela tenha ligado o amarelo. Afinal, foi atráves de scraps descarados que descobri a traição. Mas que tirasse satisfação com ele, não comigo, como eu fiz.
Posso dizer quantas vezes ele me procurou para que voltássemos a conversar? E eu "soltei os cachorros" por não admitir o que ele fez comigo? Amizade é necessário confiança. E quando finalmente eu decidi deixar a mágoa de lado e reatar comunicação civilizada, eu ouço o seguinte desaforo: sou chamada de oferecida na minha página particular, que é um espaço de comunicação com meus amigos e pessoas com quem tenho algum tipo de vínculo, como colegas de trabalho ou alunos. Tentei ser coridal e fui mal interpretada. Certo: esse trantorno não irá mais acontecer, pois assim como eu já o havia deletado da minha vida, deletei-o dos meus contatos virtuais. Ainda declaro que não tenho nada contra meu ex-namorado, quero que ele seja feliz, pois apesar dos erros, é uma pessoa boa.
Eu tenho contato com outro ex-namorado. Um contato muito mais interessante, posso afirmar. Há quem diga que nós nunca o deixamos de ser, pois vivemos como ainda fóssemos. Antes que você me pergunte por que não somos, eu já te respondo: Não seria tão bom como é se estivéssemos com as algemas prateadas no dedo direito...
PS: Nada contra quem usa alianças. Já usei algumas, e fiquei um tanto traumatizada? Aliança agora? Só a dourada no dedo esquerdo, e não estou interessada nesta hipótese por hora...
domingo, 13 de março de 2011
Nossa
Pessoas, há quanto tempo não posto nada nesse blog... Sendo que escrever pra mim é vida, é necessidade... Não deixarei mais de escrever e verei se também divulgo mais não é? Propaganda é a alma do negócio rsrsrs.
Beijossssssssssssssssss
Beijossssssssssssssssss
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